17/09/2015 - Chegamos em Lisboa no horário, com tempo bom, mas, e sempre tem um mas, a nota negativa ficou por conta do atraso na entrega das bagagens, algo para mais de uma hora. Também como nota negativa, registro a longa fila para o taxi. E não era por falta de taxis, mas sim, por excesso de formalidades para organizar todo o serviço. Nosso hotel - HF Hotéis Fénix - fica bem próximo à estação de metrô – linha azul – o que facilita a vida da gente. Saímos para um breve reconhecimento da região e aproveitamos para passear pelo belíssimo Parque Eduardo VII.
Uma hóspede do hotel nos deu uma dica de um restaurante localizado nas proximidades do hotel. Segundo ela, a comida era boa e os preços também. Fomos. Comemos bacalhau e que bacalhau! Mas a grande surpresa estava reservada para mais tarde. A mesa atrás da nossa era ocupada por três (3) homens, um dos quais, segundo ficamos sabendo, era o dono do restaurante. Depois de terem jantado, dois deles munidos de violão e uma espécie e viola, começaram a cantar, preferencialmente música alentejana. O outro, o que não tocava nenhum instrumento musical, apenas cantava mas era o poeta do grupo. Sempre improvisava alguma coisa em meio às músicas cantadas. Havia um casal de brasileiros sentados ao nosso lado e ela, por sinal cantava muito bem e era muito divertida. Depois um quarto cantor incorporou o grupo e a programação foi longe.
Ficamos até os últimos clientes irem embora. Retornamos ao hotel, com a convicção de termos recebido um grande presente.


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