15.09.2016 - Programamos uma parada em Mulhouse tendo em vista que o serviço de meteorologia prevê chuvas e queda de temperatura. Então o programa é visitar museus. Mulhouse conta com três museus famosos: do automóvel, do trem e da tecelagem. Prioritariamente vamos visitar o primeiro e em havendo tempo visitaremos os outros.
Quem é aficcionado por automóveis certamente vai adorar conhecer o Museu do Automóvel Schlumpf também conhecido como Cité de l’Automobile.
O local ocupa mais de 25.000 m², contendo mais de 400 modelos históricos e recebe mensalmente milhares de visitantes ávidos por conhecer melhor a história do automóvel. O visitante fica maravilhado com o que vê. Uma verdadeira viagem no tempo.
Deixei por último esta Ferrari que foi pilotada por Mário Andretti no Grande Prêmio da Africa do Sul de 1971.
A história do maior museu de automóveis do mundo é no mínimo curiosa. Após o término da 2ª Guerra Mundial, dois irmãos, Fritz e Hans Schlumpf, ambos empresários têxteis, ricos, bem sucedidos com os negócios em pleno vapor e com uma paixão incomensurável, começam a colecionar automóveis.
Fritz Schlumpf era apaixonado pelo famoso Bugatti e apaixonado por corridas de carros, em razão disto Fritz e seu irmão mais velho Hans decidiram colecionar carros. Fritz Schlumpf não media esforços para aumentar a sua coleção, não se importando de pagar 10 vezes mais o preço que um carro valia somente para ter seu desejo satisfeito.
A história do maior museu de automóveis do mundo é no mínimo curiosa. Após o término da 2ª Guerra Mundial, dois irmãos, Fritz e Hans Schlumpf, ambos empresários têxteis, ricos, bem sucedidos com os negócios em pleno vapor e com uma paixão incomensurável, começam a colecionar automóveis.
Fritz Schlumpf era apaixonado pelo famoso Bugatti e apaixonado por corridas de carros, em razão disto Fritz e seu irmão mais velho Hans decidiram colecionar carros. Fritz Schlumpf não media esforços para aumentar a sua coleção, não se importando de pagar 10 vezes mais o preço que um carro valia somente para ter seu desejo satisfeito.
Em 1967 os irmãos tinham cerca de 105 Bugattis em sua coleção. A consequência de tantas extravagâncias não teve um final feliz e no final de 1960 a empresa começou a entrar em crise, os funcionários começaram a se rebelar reinvidicando aumento de salários, e diante das notícias de que os irmãos Schlumpf gastavam fortunas na coleção de carros, a situação foi se agravando e os irmãos Schlumpf foram obrigados a declarar falência.
Atualmente após muitas aventuras e desventuras o Museu do Automóvel Schlumpf é mantido por inúmeros parceiros públicos e privados. O certo é que graças a loucura e megalomania dos irmãos Schlumpf é que hoje é possível se ter acesso a história do automóvel no mundo. (Fonte: bigviagem.com)
Finda a visita nos demos uma pausa para o almoço e um breve descanso para depois visitarmos o Museu da Impressão Sobre Tecidos, localizado a menos de duzentos (200) metros do nosso hotel.
Finda a visita nos demos uma pausa para o almoço e um breve descanso para depois visitarmos o Museu da Impressão Sobre Tecidos, localizado a menos de duzentos (200) metros do nosso hotel.
Seu a acervo possui mais de 6 milhões de documentos têxteis do século XVIII até hoje, e mantém desde sempre relações privilegiadas com a criação contemporânea. Pôr em relação a riqueza de um passado industrial e a criatividade, o “saber fazer” de grandes costureiros contemporâneos é uma das grandes orientações do Museu da Impressão.
Como a chuva anunciada ainda não veio, e com a temperatura baixando razoavelmente, preferimos deixar a visita do museu do trem para outra oportunidade e fomos conhecer um pouco do centro histórico da cidade, que é bem interessante.
Ao final da tarde passamos pela Gare, que fica bem perto do nosso hotel, onde compramos passagens para Basel ou Basiléia, na Suíça.






























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