O dia de hoje foi dedicado a conhecer Segóvia e suas principais atrações. Pela praticidade optamos em utilizar o transporte rodoviária, uma vez que chegaríamos ao destino mais próximo das atrações. Evidentemente caminharíamos menos.
Acordamos bem cedo e fomos para a "rodoviária". De lá pegamos um ônibus direto para Segóvia. Um pequeno contratempo atrasou um pouco a nossa viagem. Pensando que as passagens seria obtidas junto ao motorista do ônibus, como ocorreu no passeio para El Escorial, não nos preocupamos na compra antecipada das mesmas. Na fila de espera, uma senhora de Porto Rico informou-nos que deveríamos estar munidos dos bilhetes. Prestativamente nos levou pessoalmente ao guichê e da empresa onde compramos as necessárias passagens. Só que o ônibus que pretendíamos usar estava lotado. Assim, tivemos que esperar pelo próximo que só sairia quarenta e cinco (45) minutos mais tarde. Superado o obstáculo, finalmente partimos para o nosso destino do dia.
A principal atração da cidade é o seu aqueduto. Trata-se de um aqueduto romano e um dos monumentos antigos mais importantes e mais bem preservados deixados na Península Ibérica pela civilização romana. Ele é o símbolo mais importante de Segóvia, como evidenciado por sua presença no brasão de armas da cidade. (Wikipédia)
Concluída a visita fomos conhecer a catedral de Segóvia. A Catedral de Santa Maria de Segóvia é a Sé da Diocese Segóvia, Espanha. É uma catedral católica construída no século XVI em estilo gótico tardio com traços renascentistas e reformada no século XVIII. Devido às suas dimensões e à sua elegância, é conhecida como "Dama das Catedrais". Foi consagrada em 1768. (Wikipédia)
Optamos por não "escalar" a torre da catedral, já que a escada em forma de caracol é composta por 308 degraus e eleva-se uma altura de oitenta e oito (88) metros. Tínhamos outras caminhadas pela frente. Logo...
O mesmo ingresso dava direito para conhecer o Palácio Episcopal, não muito distante da catedral. Revelou-se uma grata surpresa.
O Palácio Episcopal, antiga residência dos bispos em Segóvia, expõe obras artísticas de pintura, escultura e ourivesaria pertencentes à Diocese. Contêm móveis que datam dos séculos XVII e XIX.
A origem do edifício remonta ao ano de 1550, quando começou a construção da casa nobre do Conde de Puñonrostro. Em 1635 foi vendido à família Salcedo, razão pela qual também é conhecido como Palacio de los Salcedo. Data deste período a iconografia hercúlea da fachada principal de estilo renascentista.
Concluída a visita fomos almoçar. Seguimos a dica do excelente site Viaje na Viagem para conhecer o restaurante José Maria para provar o famoso cochinillo segoviano. Um leitão assado, suculento, de pele crocante, e que, sozinho, já valeria a viagem até a cidade. O vídeo a seguir diz tudo:
Aproveitamos para umas fotos, quando começou uma chuva fraca, a primeira desde que aqui chegamos.
E assim, encerramos um dia cheio de belezas e voltamos para Madri, na certeza de termos adquirido conhecimentos inestimáveis.
Amanhã tem mais. Porém, dependemos do tempo, eis que as previsões indicam a continuidade das chuvas, Ao menos, teremos dias de temperaturas mais amenas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário