24/08/2018 - Ontem chegamos exaustos. Foram mais de trinta (30) horas acordados ou semi-dormindo durante o vôo. Depois de devidamente instalados começamos a programar as nossas atividades para o dia de hoje, começando com o reconhecimento da cidade, em particular com a zona onde nos encontramos diga-se não muito distante do centro histórico.
Fomos caminhando. Sabíamos que uma onda de calor atinge a Europa mas este não é um grande problema por aqui. As ruas de Bolonha são ladeadas de passeios em forma de pórticos ou de arcadas.
São cerca de trinta e oito quilômetros de ruas dotadas desses pórticos, com o que, é possível caminhar quase sempre na sombra. Com o título da cidade dos pórticos, Bolonha deverá ser incluída no rol do Patrimônio Cultural da Unesco. No caminho para o centro histórico passamos pela Praça de Netuno, que é praticamente uma extensão da Piazza Maggiore.
No centro histórico procuramos o Ufficio di Turismo, em busca de informações. Fica defronte a Piazza Maggiore e a Basílica de San Petronio, centro de convergência dos turistas em geral.
Aproveitamos para visitar a basílica com direito a uma subida no seu terraço que proporciona uma visão da cidade e a comprovação de um dos seus apelidos - a vermelha - segundo os telhados da mesma cor.
A foto acima foi obtida a partir da parte posterior da basílica. A parte frontal, em razão de obras de restauro, estava fechada para visitantes. Uma pena. Aliás, em muitos lugares cidade é possível ver alguma obra de restauração em andamento.
Mas o passeio que fizemos com red bus compensou um pouco pois do alto de uma colina foi possível visualizar e fotografar a cidade de outro ângulo.
No final do passeio e por estarmos próximos daquela que é considera a universidade mais antigas do mundo ocidental, fomos conhecer o Anfiteatro de anatomia. A sala, quase toda de madeira, tem em seu centro onde outrora os cadáveres eram dissecados. Por razões óbvias, as aulas práticas eram ministradas apenas no inverno.
Bem pertinho está localizado o Museo Civico Archeologico. Grande parte do museu passa por restaurações, e por este motivo só estava aberta à visitação o setor egípcio. Pequeno mas bem interessante.
E como chegamos depois do horário, não conseguimos visitar aquela que é a considerada a biblioteca mais antiga da Europa, junto à universidade. O faremos nos próximos dias.



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