domingo, 26 de agosto de 2018

3º DIA - BOLONHA

26/08/2018 - A primeira atividade do dia foi uma visita ao Palazzo D'Accursio ou Palazzo Comunale que é a sede do município de Bolonha e está localizado junto à Piazza Maggiore


A fachada apresenta um portcullis e a Madonna di Piazza con Bambino (uma Nossa Senhora com o Menino), uma obra em terracotta de Nicolò dell'Arca (1478) exposta na parte alta da fachada. Sobre o portal encontra-se uma grande estátua de bronze do bolonhês Papa Gregório XIII (1580). 


No primeiro piso havia uma exposição com motivos orientais e ao lado vimos uma sala onde são realizados os casamentos civis. Aliás eram muitos noivos ali presentes. Sem fotos, em respeito ao ato em si.

A Sala Farnese encontra-se no segundo andar e foi mandada construir tal como é hoje, em 1665, pelo Cardeal Girolamo Farnese. Antigamente era chamada "sala regia", provavelmente porque na Cappella del Legato foi coroado o Imperador Carlos V, em 1530. Os afrescos da capela foram executados por Prospero Fontana, em 1562, e as decorações da Sala Farnese percorrem as vicissitudes da cidade desde a Idade Média ao século XVII.



Ao lado da Sala Farnese está a Collezioni Comunal d'Arte com pinturas, quadros, esculturas, cerâmicas, notadamente de artistas locais.



Na saída, mais noivos registrando em fotos a celebração do casamento.


Depois de degustar as dependências e suas obras de arte, formos experimentar o aperol, um aperitivo comum, típico da Itália.


Para o almoço fomos numa badalada Osteria para provar aquele que talvez seja o prato mais típico da cidade: tagliatelle alla bolognese. 


Nada de especial, assim como o ravioli que foi o prato escolhido pela Lourdes. Aliás, o serviço foi sofrível. O pedido foi feito ao mesmo tempo mas simplesmente serviram o ravioli e esqueceram do meu prato. É bem verdade que a fama fez com que o restaurante ficasse lotado, mas...

E como o restaurante fosse próximo do nosso apartamento fomos descansar um pouco. No meio da tarde passamos pela Finestrella, uma pequena mostra do que eram os canais existentes em Bolonha. 


Passamos novamente pelas torres e passeamos pelos arredores da Piazza Maggiore, onde transcorria uma intensa atividade musical com artistas locais, num palco armado especialmente para o evento.



Tanto ontem quanto hoje notamos que a cidade está lotada de turistas mas não vemos excursões, ou grupos de turistas. De modo especial os japoneses que sempre estão presentes em qualquer parte do mundo, não os vimos por aqui, ao menos em grupos. 

No final da tarde passamos pela Chiesa di Santa Maria della Vita. Em seu interior havia uma interessante exposição de calçados utilizados por peregrinos, soldados e caminhantes em geral. De forma sugestiva a exposição se denomina "caminhamente". 




Calçados, estradas, peregrinos, caminhantes...

... quando os calçados traduzem o pensamento.

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