quarta-feira, 1 de maio de 2013

1º DIA - ROMA - PRIMEIRO CONTATO

01.05.2013 - A viagem internacional foi pela Alitalia, que por sua vez chegou no destino com uma hora de antecedência, ou seja, às oito horas da manhã. A retirada das malas foi rápida (lembrou a demora em Guarulhos). O percurso entre o aeroporto e o hotel, por ser muito cedo e feriado, também foi rápido. Fizemos reservas num B&B bem próximo do Coliseu. Fomos atendidos por um funcionário que providenciou o depósito das bagagens. Depois falamos com o proprietário e ele nos garantiu que nosso quarto estaria liberado até o meio-dia, ou seja, antes do horário previamente marcado, pois o check in estava previsto para depois das duas horas da tarde. Mesmo cansados da viagem, saímos a caminhar pelas proximidades, tomando um contato inicial com a cidade. Primeiro, como não poderia deixar de ser, passamos pelo Coliseu.


... e pelo Arco de Constantino.


Depois fomos conhecer a Basílica San Giovanne in Laterano, a Catedral de Roma, fundada pelo Imperador Constantino no início do Século IV e conhecida como “A mãe de todas as igrejas de Roma e do mundo”. 


Mais antiga das quatro igrejas papais romanas – data do século 4 –, é a catedral da diocese da cidade, o que a coloca no topo institucional católico (acima, inclusive, Basílica de São Pedro). A “casa do Papa” promove missas celebradas por Sua Santidade em pessoa em determinados feriados. Por sua longuíssima história, exibe traços arquitetônicos e decorativos de diferentes períodos e estilos, incluindo românico, gótico e barroco.


Ainda pelas proximidades do Coliseu, passamos pelo Parco di Traiano, onde ficavam as Termas de Trajano, banhos construídos em 104 dC sobre as ruínas do palácio dourado de Nero, a Domus Aurea. Um ótimo lugar para relaxar, passeando por algumas ruínas remanescentes da Roma antiga.


Por fim fomos conhecer a Igreja San Pietro in Vincoli ou São Pedro nas Correntes, eis que abriga uma urna contendo as supostas correntes com as quais São Pedro ficou detido no cárcere Mamertino. A igreja teve sua construção iniciada em 431, e foi dedicada a São Pedro e a São Paulo.


Contudo a igreja é mais conhecida por nela se encontrar a estátua de Moisés, uma das principais obras do genial renascentista Michelangelo. Projetada inicialmente como uma das esculturas do túmulo do papa Júlio II, esta escultura tem tão grande realismo que, segundo a lenda, quando Michelangelo finalizou a obra golpeou-a no joelho com a marreta e gritou: 'Fala!'. Os chifres na cabeça de Moisés são referência a uma interpretação medieval do Livro do Êxodo (34, 29). Na vulgata, no período ‘Quando Moisés desceu do Sinai, seu rosto resplandecia,..., isto é, lançava raios’, a expressão 'raios' é traduzida no sentido próprio de chifres. Por isso, os artistas medievais representavam Moisés com um par de chifres. O chifre é o símbolo da eminência, da elevação, do poder.


No decorrer do dia esquentou demais e segundo nos disse o taxista, ontem a temperatura chegou aos trinta (30) graus. Hoje foi a mesma coisa. Mas aos poucos o tempo foi mudando e no final da tarde começou uma chuva lenta que continuou por toda a noite. Jantamos no restaurante que fica no térreo do nosso prédio. No mais, nossos corpos pediam descanso pleno.

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