13.05.2013 - Éramos os únicos hóspedes do agriturismo, o qual só funciona plenamente na época das férias, pois está localizado bem perto da praia.
Depois do café da manhã partimos para Mandriole, no vale do Comacchio. Nosso objetivo era chegar até o Cippo di A. Garibaldi, para conhecer a casa onde Anita Garibaldi morreu.
Chegamos no local onde há um pequeno monumento com um busto em homenagem à ela.
Dentro da casa há um pequeno museu, cuja principal peça é o quarto que abriga a cama onde ela faleceu. Ficamos emocionados ao testemunhar o quanto ela é valorizada na Itália.
Durante a fuga, quando chegam a San Marino, que também havia se libertado dos austríacos, Garibaldi e Anita não aceitam o salvo-conduto oferecido pelo embaixador norte-americano e decidem prosseguir na fuga. Anita, entretanto, contrai febre tifóide e não resiste. Falece na fazenda Guiccioli, perto de Ravenna, em 4 de agosto de 1849.
Obrigado a fugir para o exílio, que duraria dez anos, Garibaldi sequer pôde acompanhar o funeral da esposa. Abaixo, a foto de uma pintura de Anita, em seus últimos momentos, assistida por Garibaldi.
Seguimos para Ravenna, uma cidade que data do Século I a.C. O nosso objetivo era conhecer os seus famosos mosaicos cristãos primitivos, que abrangem os anos de governo romano e bizantino, proporcionando comparações entre desenhos de inspiração clássica e motivos bizantinos mais tardios. Inicialmente vimos a Basílica de Santo Apolinário Novo.
Depois fomos à Basílica de San Vitale.
O Mausoleu di Galla Placídia
O Batisttério Neoniano
É impossível descrever a beleza dos mosaicos, uma vez que cada imagem, cada decoração, é feita de pequenas peças de vidro colorido, que por sua vez refletem a luz.
Finalmente visitamos o Museo Arcivescovile, onde não eram permitidas fotos. Vimos muitas peças em mármore, vestimentas dos bispos, medalhas, anéis e uma infinidade de outros objetos ligados à Igreja.
Partimos em direção à Cesena e, como de costume, ficamos hospedados num agriturismo muito legal.










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