02.05.2013 - Não totalmente refeitos fisicamente, saímos a caminhar pela cidade com um objetivo bem definido: adquirir um chip para o Ipad, com validade para trinta (30) dias. A necessidade de contar com a internet móvel se justifica por um sem número de motivos. Com a variedade de aplicativos disponíveis, tornou-se muito fácil a busca por hotéis, restaurantes, pontos turísticos, etc., a partir de qualquer lugar. Outra utilidade é transformar o Ipad em GPS. Enfim, a internet móvel tornou-se um acessório indispensável nas nossas viagens. No caminho para a loja da Vodafone, passamos pelo Monumento Vittorio Emanuele II. É um monumento cujo nome é uma homenagem ao primeiro rei de Itália, o rei Vittorio Emanuele II. Algumas pessoas também chamam este monumento como Altar da Pátria. O monumento foi desenhado no século XIX mas só no século XX é que este ficou completamente construído.
Não totalmente resolvida a questão da internet, eis que o sistema da loja estava fora do ar, fomos até a Piazza di Spagna, que não ficava muito distante. Turistas de todas as cores e idades. Muita gente. A Praça da Espanha começou tomar forma no séc. XVI, durante a consagração da famosa igreja de Trinità dei Monti. Um século mais tarde foi concluída a construção da monumental Escalinata di Trinità dei Monti (Escadaria de Trinità dei Monti), um dos elementos mais famosos do belo conjunto arquitetônico formado pela praça, pela igreja e pela própria escadaria. O nome Piazza di Spagna se deve ao fato de que, no séc. XVII, toda a área onde a praça se encontra era propriedade da embaixada espanhola em Roma. A escadaria de 135 degraus foi decorada com vários terraços-jardim, que exibem toda a sua beleza, principalmente durante a primavera e o verão. A escadaria liga a praça com a igreja de Santa Trinità dei Monti, que foi construída em 1502, transformando todo o conjunto em um espaço de beleza única.
No meio da Piazza di Spagna, merece destaque a Fontana della Barcaccia, projetada por Pietro Bernini. Essa fonte deve seu nome à sua forma de barco meio submerso.(http://dreamguides.edreams.pt)
Dali rumamos para a Fontana di Trevi. Mais multidão. A Fontana di Trevi é a maior fonte barroca de Roma e, provavelmente, a mais famosa do mundo. Projetada por Nicole Salvi e construída em 1735, essa fonte está situada no cruzamento de três ruas e faz parte da história da cidade. Antigamente, era habitual construir uma fonte onde os aquedutos terminavam, como é o caso da Fontana di Trevi, que marca o final do Aqua Virgo, um aqueduto de grande valor simbólico. Na Fontana di Trevi você também poderá ver a magnífica estátua do deus Netuno, representado sobre um carro em forma de concha puxado por dois cavalos-marinhos, que foi protagonista de várias cenas da história do cinema. Entre essas cenas, a mais famosa é, indubitavelmente, a do filme La Dolce Vita, dirigida pelo cineasta italiano Federico Fellini. Além disso, desde a rodagem do filme "Three Coins in the Fountain", que em português recebeu o título de "A Fonte dos Desejos", a tradição diz que, se você jogar uma moeda na fonte, voltará a visitar a cidade. Porém, se você for solteiro(a), aqui vai outra dica: a tradição também diz que, se você jogar duas moedas, vai encontrar a sua outra metade da laranja em Roma! (http://dreamguides.edreams.pt). Não vimos moedas na fonte. Parece que a prática de jogar moedas está proibida, visando a proteção do monumento e a diminuição de gastos com a sua manutenção.
Entre um ponto e outro, resolvemos a questão da internet móvel. Na volta para o hotel, uma parada para fotografar os Mercati Troianei, que fazem parte do complexo dos Fori Imperiali, cuja visita está em nossos planos.
E como estávamos nas proximidades do nosso hotel, para lá retornamos para recuperar as forças.





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