quarta-feira, 28 de maio de 2014

28º DIA - VENEZA

28/05/2014 - Duas coisas que não faltam em Veneza: turistas em excesso e pombas em constante proliferação. Sob o ponto de vista das autoridades locais, os turistas sempre serão bem-vindos, já as pombas... 

Não alimentar as pombas. Elas causam danos à saúde e aos monumentos
A Praça São Marcos é o ponto de encontro da fome e da vontade de comer: pombos e turistas. Embora os avisos de advertência, sempre há turistas alimentando pombos. A moça da foto não sabe do perigo à sua saúde ao brincar com os pombos como o fez.


É importante evitar o contato com os pombos de rua porque as doenças causadas por eles incluem cegueira, infecções no cérebro, dos pulmões e dos intestinos. A forma mais comum de infecções causadas pelos pombos, é feita pelas vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas nos mais variados lugares, como em carros, chãos, janelas e calçadas. Porém outro modo de contaminação é através do piolho dos pombos que podem cair sobre as pessoas quando eles voam. (Fonte: www.tuasaude.com). Afora os vôos rasantes e os petardos lançados do alto.
E já que estávamos na piazza, entramos na igreja que lhe empresta o nome. A decoração em mosaicos é belíssima. Oportunamente postarei um PPS especial sobre a Duomo de Veneza, ja que as fotos eram proibidas. 
Afora a visita, para hoje o nosso objetivo foi conhecer a Veneza real. Andamos por lugares afastados, onde estão as escolas, o hospital, os pequenos mercados, enfim, onde se dá o cotidiano dos que aqui vivem.


E aí notamos que as pessoas se conhecem, tal qual os residentes de um bairro ou de uma pequena cidade. Em pequenas praças banhadas de sol, sempre se encontram os velhinhos colocando os assuntos em dia. Não faltam o cigarro e o copo de vinho.


As mamas andando de um lado para outro portando sacolas, denotando que tinham ido à compras. As roupas estendidas sobre os canais dão um colorido especial.


Almoçamos num restaurante afastado, onde a comida era mais caseira e menos cara. Onde um jovem nos relatava as dificuldades para a gente jovem morar aqui devido à falta de opções. 




Também passamos pelo Arsenal de Veneza, estaleiro e base naval que teve o papel principal na construção do poderio naval da República de Veneza. 


Enfim, conhecemos uma Veneza diferente, real, solidária. Um ou outro turista perdido por ali, como nós. Nenhuma placa indicando direções. Mesmo assim, a certeza de que todos os caminhos levam à Praça São Marcos. 


E como amanhã é dia de ir embora, lançamos uma última mirada sobre o grande canal. 

E sobre a Ponte di Rialto



Finalmente, no caminho do hotel, mais um registro deste local mágico. 


Amanhã, antes de partirmos, ainda teremos algumas poucas horas para desfrutar mais um pouco de Veneza. Afinal de contas, meu bisavô nasceu aqui. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário