08/05/2014 - Exatamente como prevíamos, amanheceu com um céu azul, limpo. Na foto, uma visão a partir do nosso apartamento.
Depois do café da manhã fomos ao ponto mais distante do nosso alojamento: Breuil-Cervínia, atingindo a altitude de quase 2.100 metros e uma temperatura de quatro (4) graus positivos. Antes de mais nada, é necessário explicar que o movimento das cidades turísticas de montanha se deve à prática do esqui. Com a chegada da primavera as pistas para a prática daquele esporte estão praticamente sem neve. Logo, é baixa estação e tudo está parado. Por esta razão o teleférico que nos levaria mais para o alto não está funcionando. Contudo, a visão do Cervino, que é o nome italiano da montanha Matterhorn (toblerone), é simplesmente espetacular. Nem mesmo as fotos conseguem captar tanta majestade e beleza.
Conforme relatamos, o tempo fechou no dia de ontem, e naquela altitude, nevou, o que se pode verificar pelas fotos.
Depois de um giro pela cidade, voltamos em direção a uma das joias da montanha, a cidade de Chamois. A peculiaridade do lugar é que por lá não transitam carros. O acesso à cidade é feito da estrada por um teleférico, que para nossa tristeza, estava fechado. Uma pessoa com quem falamos nos disse ser possível que o teleférico estivesse em manutenção. Perguntei como faziam os residentes para entrarem e saírem, ao que me respondeu que eles tinha autorização para circular com pequenos jeeps. Frustrado nosso objetivo mas compensado por lindas paisagens.
Conforme relatamos, o tempo fechou no dia de ontem, e naquela altitude, nevou, o que se pode verificar pelas fotos.
Depois de um giro pela cidade, voltamos em direção a uma das joias da montanha, a cidade de Chamois. A peculiaridade do lugar é que por lá não transitam carros. O acesso à cidade é feito da estrada por um teleférico, que para nossa tristeza, estava fechado. Uma pessoa com quem falamos nos disse ser possível que o teleférico estivesse em manutenção. Perguntei como faziam os residentes para entrarem e saírem, ao que me respondeu que eles tinha autorização para circular com pequenos jeeps. Frustrado nosso objetivo mas compensado por lindas paisagens.
Hora do almoço. Também os restaurantes estão fechados e ao encontrar um em funcionamento, paramos. Pela primeira vez o atendimento deixou a desejar, tanto que antes mesmo de fazermos a escolha dos pratos, fomos embora. Mas como nada é por acaso, logo adiante encontramos o Restaurante Cavalou. Atendimento e comida de primeira. Pratos típicos da região, Polenta Concia e Polenta com Funghi Trifolatti, acompanhada de um vinho Barbera. O passo seguinte foi visitar o Castelo de Issogne. Para chegar ao mesmo tivemos de enfrentar uma confusão causada pelo GPS. Programei o destino por diversas vezes, inclusive por auto-estrada, e o tal GPS simplesmente não encontrava a nossa localização. Seguimos as placas indicativas e lá chegamos sem problemas. Foi uma visita guiada e muito instrutiva, pois ao contrário de outros castelos já visitados, estes do Valle d´Aosta não eram habitados por príncipes ou reis. Antes, eram postos avançados de controle de trânsito de pessoas e mercadorias. Segundo explicações do nosso guia, serviam também para comunicações sobre eventos importantes. Sendo o vale relativamente estreito e bastante longo, os castelos foram construídos em pontos estratégicos de forma a terem o domínio da passagem e eram visíveis entre eles. Assim as comunicações se faziam por espelho, fumaça ou mesmo por salvas de artilharia. A foto abaixo, feita a partir do Castelo de Issogne, mostra ao fundo o Castelo de Vèrres, já visitado por nós.
O Castelo conta com afrescos razoavelmente bem conservados e com algumas peças de mobiliário originais, ou seja, do final do Século XV. Pertenceu à família de Challand, que além deste detinham outros castelos na região. Uma peculiaridade deste castelo é que os hóspedes e/ou visitantes podiam deixar mensagens nas paredes, sob a forma de assinatura, desenhos ou símbolos, uma prática que nos dias atuais é feita através do "livro de visitantes". Há cerca de 3.000 dessas marcas pelo castelo. Uma delas, o guia permitiu fotografá-la.
Encerramos as atividades do dia com uma visita ao Forte de Bard, erguido sobre uma rocha bruta, acima de uma garganta estreita, e via de acesso obrigatória para o Valle d´Aosta. Embora sem provas documentais, Anibal teria passado por aqui. Napoleão teria levado quinze (15) dias para conseguir ultrapassar o obstáculo.
Realmente a posição do Forte, em termos militares é estratégica. O acesso à parte mais alta é feita através de quatro (4) elevadores panorâmicos. Lá de cima, além de uma vista espetacular, pode-se avaliar a importância estratégica do local.
O Forte de Bard não é mobiliado e atualmente acolhe o Museu dos Alpes, assim como é usado para exposições temporárias. Não visitamos o seu interior pois o horário de visitas já havia encerrado. Em compensação descemos caminhando pelo passeio panorâmico através de um estreito caminho com passagem de apenas um carro pequeno.
Voltamos cedo ao apartamento já que amanhã estaremos na estrada novamente, retornando para a Suíça, desta vez por vários dias.









Nenhum comentário:
Postar um comentário