segunda-feira, 5 de maio de 2014

5º DIA - LAGOS

05/05/2014 - Ontem, no trajeto até Arona, passamos por inúmeros túneis, uns longos, outros nem tanto. Aqui é obrigatório acender os faróis na travessia dos túneis. Só que ao chegar no estacionamento esqueci de desligá-los e o resultado não poderia ser outro - a bateria descarregou. Nada demais, porém... Pedi ajuda para um pessoa que trabalhava numa obra ao lado do estacionamento e prontamente fui atendido. Só que o rapaz, embora a sua boa vontade, não conseguiu encontrar o polo positivo da bateria. Paciência. Em seguida um outro rapaz estacionou ao lado do nosso carro. Pedi-lhe que me informasse o nome de uma auto-elétrica disse que tinha os cabos e logo colocou o seu carro junto ao nosso e fez o que deveria ser feito. Só que..., também não encontrou o polo positivo. Liguei para a dona do B&B e ela providenciou um mecânico. Disse que chegaria em cinco (5) minutos, os quais se multiplicaram por cinco (5) ou mais. Enfim chegou o meu salvador. Pasmem! Um senhor com uns setenta e cinco (75) anos de idade. Solícito e bem humorado, procurou o tal polo positivo. Depois de algum tempo encontrou. Aleluia! Virei o arranque e funcionou. Deixei o motor funcionando uns minutos e partimos em direção à Stresa, distante uns quinze (15) quilômetros. Que beleza! O trajeto todo costeando o Lago Maggiore e ao chegar no nosso destino encontramos um lugar adorável. Hotéis e residências de alto luxo. Segundo a dona do B&B em Stresa tudo é movido a dinheiro árabe. 


Além da beleza do lugar, é programa obrigatório uma visita às ilhas. Numa posterior atualização deste post falarei sobre a história das mesmas. São três (3) ilhas: Isola dei Pescatori, Isola Madre e Isola Bella. Por sugestão do vendedor de tickets, deveríamos visitar apenas a primeira e a terceira. A Isola dei Pescatori - Ilha dos Pescadores - é menor.


Contudo, é aquela onde se concentram os melhores restaurantes. Pena que o horário do almoço e o apetite não coincidiam com o horário da nossa visita.


A vista é belíssima. 


Muitos idosos andando por ali e muitos jovens estudantes em excursão.


Como disse, a ilha é pequena e em pouco tempo fizemos o percurso completo. Dalí partimos para a Isola Bella - Ilha Bela - também muito bonita mas menos prática para visitar.


A parte mais atraente são os jardins mas ainda teríamos que adquirir os ingressos para poder visitar o lado oposto da ilha. Resolvemos partir para a próxima etapa: Omegna. Do barco, uma visão dos jardins. 


Omegna fica na ponta do Lago di Orta, um lago menor, mas não menos belo que os demais. Um giro rápido pelo local e partimos para aquele que era o nosso verdadeiro objetivo: Orta di San Giulio, já no caminho de retorno para Arona. Outra surpresa agradabilíssima. Do estacionamento há um caminho que leva diretamente ao centro histórico. Observando o casario antigo pode-se dizer que o local experimentou momentos de grande atividade financeira.


Há uma pequena praça anexa ao prédio da prefeitura que fica defronte à Ilha de San Giulio. 


Também na ilha é possível observar prédios antigos construídos com requinte e bom gosto.


Retornamos à Arona e a avenida que margeia o lago já não tinha aquela movimentação de ontem (domingo). Assim pudemos caminhar e desfrutar os longos espaços tranquilamente.


Ficamos fazendo hora até a abertura dos restaurantes - às 19:00 horas, para podermos jantar.


Depois retornamos ao B&B para descansar, pois o dia de amanhã será um pouco puxado, principalmente para o motorista.

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