quarta-feira, 7 de maio de 2014

7º DIA - COURMAYER

07/05/2014 - Logo cedo chequei com a Maura a questão da internet e tudo ficou esclarecido, embora de uma forma inusitada. A senha era um tanto longa e complicada. É só verificar na foto.


Acontece, que interpretei a letra "c", em verde assinalada, como sendo um "6", equívoco que foi desfeito pela Maura - a letra era dela!

Nossa parada em Saint Vincent tem uma razão estratégica: Daqui é possível rumar para Cervínia, de onde, segundo dizem, tem-se a melhor imagem da montanha Matterhorn, famosa também por identificar os produtos Toblerone. Se o tempo permitir, faremos a visita a partir da Itália, caso contrário, teremos uma segunda oportunidade a partir da Suíça, desde Zermatt. Como havíamos combinado, a Maura se informou com amigos em Cervínia, que lhe disseram que o dia de hoje não seria bom para a visita. De fato, choveu durante a noite e na parte da manhã, o céu estava encoberto. Em vista disto, fomos para Courmayer que é uma pequena cidade turística localizada bem próximo à fronteira com a França. Segundo nossos planos, se por aquela região o tempo estivesse melhor, iríamos até Chamonix, na França, para conhecer o Mont Blanc. Para tanto teríamos que atravessar o túnel San Bernardo. A Maura nos emprestou o seu cartão com o qual pagaríamos o pedágio como sendo residentes. Chegando ao nosso destino, o tempo havia piorado, inclusive baixando bastante a temperatura. A cidade estava praticamente vazia e o comércio contava com pouquíssimas lojas abertas. Por aqui é época de férias. 


Mesmo com tempo feio, deu para ver que é uma cidade muito bonita e agradável. 


Fizemos algumas fotos e partimos em direção a Aosta, onde também percebemos o efeito das férias. Nosso objetivo era visitar o centro histórico. Paramos para almoçar num restaurante no próprio local e depois percorremos algumas ruas do pouco que resta da parte antiga da cidade. 


Algumas ruínas dão uma ideia  da importância do local no tempo dos romanos.


Também tínhamos por objetivo uma visita ao Castelo de Fènnis, no município do mesmo nome. Também é um castelo medieval e faz parte de uma espécie de rota dos castelos. Especula-se que ao longo do vale, os senhores feudais que habitavam esses castelos, exerciam o controle do tráfego de pessoas e mercadorias.


Igualmente foi uma visita guiada, com proibição de fotos. As explicações da guia nos deram conta de como era a vida na Idade Média.


Uma grata surpresa na pequena cidade de Fènnis foi a vista ao Museo dell`Artigianato Valdostano di Tradizione, distante uns duzentos metros do castelo. Para uma cidade que tem menos de dois mil habitantes, contar com um museu de tal quilate só pode ser motivo de orgulho para seus moradores.

Findo o nosso roteiro de visitas, voltamos ao nosso alojamento na esperança que o tempo melhore para amanhã subirmos a montanha e podermos aproveitar a paisagem.

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