12/05/2012 - Estando em Paris, sempre está no programa uma passada por Montmartre. Há quem não goste de repetir locais. Penso exatamente o contrário. Retornar e ver locais com outro olhar, com o olhar mais experiente, com uma sensação de "sem pressa", sempre proporciona novas descobertas.
Ou seja, nunca é a mesma coisa. Não foi diferente desta vez. Foi muito bom conhecer novos locais, ou cantinhos quase nunca visitados pelos turistas, como as vinhas de Montmartre. A propósito, ali se realiza anualmente a festa da uva, nos dias 11 e 12 de outubro.
Andar pela Place du Tertre para admirar os diversos artistas ao vivo e a cores. Em termos de caricaturas há verdadeiros repentistas. Um restaurante diferente, uma comida diferente, um vinho tinto apropriado para o frio que está fazendo, nada se repete. Um garçon atendendo os clientes com poucas palavras de muitos idiomas. Implicou comigo pensando que eu fosse italiano. Assim fazendo ele abre a possibilidade de conversar com a pessoa ao seu lado, já que as mesas ficam muito próximas umas das outras. Músicos de rua nunca faltam. No último lance de degraus antes de chegar à Basilique du Sacre Coeur havia um tocando violino. Sempre há algum turista ou grupo de turistas apresentando alguma coisa. Hoje havia um dublê de Charles Aznavour acompanhado do violonista cantando La Boheme, é claro.
Nunca faltam as fotos, algumas com ângulos novos, dando a sensação de que ali estivemos pela primeira vez. Até enfrentar as escadarias pode ser diferente de outras vezes. Desta vez foi massacrante mas a recomendação do cardiologista é de aumentar os exercícios, portanto, deve ser acatada (rsrsrs). (...)




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