19/05/2012 - Devo ressaltar que não tínhamos reserva de hotel para a noite de hoje, dia 19. A Viviane tomou para sí o encargo e ontem, ao chegarmos do passeio, ela nos avisou que tinha conseguido um hotel em Bayeux, exatamente como pretendíamos. Nos despedimos da simpática Viviane, do Gîtes le Canet, expressando a nossa gratidão por tanta cordialidade e deferência.
Saímos em direção a outra cidade balneária: Cabourg. Não tem o porte e o charme de Deuville, mas também é atraente. Tudo bem organizado. Uma larga passarela para pedestres e ao lado, a larga faixa de areia. Banheiros e vestiários públicos por toda orla. Brinquedos infantis, como camas elásticas, tobogans infláveis e outros mais, igualmente instalados pela praia fazem a alegria da criançada. Automóveis e ambulantes por ali, nem pensar.
Prédios com três ou quatro pavimentos no máximo. Estacionamento pago em quase todas as ruas nas quadras de trás. Nenhum carro com portas abertas e som alto como nas nossas praias e ruas. Como diz o Claude Troigros: Que marravilha! O sol nos acompanhou toda a manhã e assim pudemos, também nós, empreender uma gostosa caminhada.
De Cabourg rumamos para Bayeux, a primeira cidade francesa a ser libertada pelos aliados no famoso Dia D. Nosso hotel está localizado bem no centro, de modo que podemos visitar as principais atrações, deixando o automóvel no estacionamento. Por indicação da dona do hotel fomos almoçar num restaurante típico, bem perto da catedral.
Por falar nisso, lá fomos nós visitar mais uma igreja a qual nos surpreendeu sobremaneira. Ao contrário de todas as catedrais góticas que conhecemos, a de Bayeux tem uma iluminação natural muito boa, o que torna o ambiente menos soturno. Outra diferença é o piso térreo, em dois níveis. Um organista brindava fiéis e turistas com diversas peças sacras.
Alí pertinho está exposta a famosa tapeçaria de Bayeux, motivo principal da nossa passagem pela cidade. É um painel de setenta metros de cumprimento e cinquenta centímetros de altura, bordado em lã. Mostra como era a vida na idade média, narrando a conquista da Inglaterra por Guilherme, o Conquistador. É o único documento francês classificado no registro "memória do mundo" da Unesco.
Para encerrar, e porque estava chovendo, fizemos um tour pela cidade com um trenzinho, passando pelo Memorial Britânico, pelo Memorial da Batalha da Normandia, pelo cemitério britânico e pelo memorial dos repórteres de guerra.
A cidade também tem seus canais e ainda conserva muitas construções medievais.
Ao final da tarde, para recompor as energias, um chocolate quente e um crêpe, aliás, dois. Pedimos crepes com geléia de frutas vermelhas, porém, nos trouxeram de chocolate. Estranhamos, mas como estava uma delícia nem reclamamos. Não demorou muito e o garçom nos serviu crepes como pedidos inicialmente, desculpando-se pelo engano. Mais delícias. Pedimos a conta observando que queríamos pagar pelos quatro crepes consumidos. Não houve jeito, por mais que insistíssemos. Fica o registro.
De Cabourg rumamos para Bayeux, a primeira cidade francesa a ser libertada pelos aliados no famoso Dia D. Nosso hotel está localizado bem no centro, de modo que podemos visitar as principais atrações, deixando o automóvel no estacionamento. Por indicação da dona do hotel fomos almoçar num restaurante típico, bem perto da catedral.












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